Na <i>TAP</i> luta-se por salários justos
Cerca de 500 trabalhadores de terra da TAP concentraram-se, dia 18, em protesto contra o congelamento dos salários, diante do edifício da administração, no aeroporto de Lisboa, convocados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos, SITAVA/CGTP-IN, e avançaram com pré-avisos de greves de uma hora, à saída e à entrada de cada turno, entre os dias 7 e 13 de Julho.
A greve continuará nos dias 16 e 30 do próximo mês, entre as 15 e as 17 horas, para que todos possam participar em plenários, concentrações e protestos, diante da administração. Mantém-se também a greve às horas extraordinárias iniciada dia 21 e que prosseguirá até, pelo menos, 31 de Julho.
No plenário, diante da administração, foi aprovada uma moção, onde se salienta que os resultados de 32,8 milhões de euros obtidos pela TAP, em 2007, permitem a revisão salarial proposta pelos trabalhadores.
«Não está a ser respeitada a Lei da Contratação Colectiva em nenhuma empresa do Grupo TAP», acusa-se na moção aprovada.
A greve continuará nos dias 16 e 30 do próximo mês, entre as 15 e as 17 horas, para que todos possam participar em plenários, concentrações e protestos, diante da administração. Mantém-se também a greve às horas extraordinárias iniciada dia 21 e que prosseguirá até, pelo menos, 31 de Julho.
No plenário, diante da administração, foi aprovada uma moção, onde se salienta que os resultados de 32,8 milhões de euros obtidos pela TAP, em 2007, permitem a revisão salarial proposta pelos trabalhadores.
«Não está a ser respeitada a Lei da Contratação Colectiva em nenhuma empresa do Grupo TAP», acusa-se na moção aprovada.